hahah
13/03/09

typeface.js permite escrever em HTML e CSS como se os visitantes tivessem a fonte instalada.
O resultado gera imagens vetoriais pelo browser.
nao testei ainda, mas eh um bom começo… Ja me questionei algumas vezes sobre o fato de jah termos tecnologia pra tanta coisa incrível, mas não haver uma forma de embedar efetivamente uma fonte no html..
Akinator.com chamou atenção pelo índice de acertos, inclusive de pessoas não tão conhecidas assim.. O site adivinhou até o oil Man!, pra quem não sabe, uma personalidade bem específica da cidade de Curitiba.
De onde vem esse banco de dados? ;P
Como nao poderia ser diferente, está no ar a nova versão do meu site, totalmente html dessa vez!
Por enquanto com poucos trabalhos, em breve atualizações ;)
já era mais que tempo de mudar… ufa!

Normalmente o principal objetivo de um site é publicar um conteúdo que seja indexável e acessível, fatores que são prejudicados ao escolhermos uma solução full-flash.
Hoje ainda é recomendável publicar uma redundância do site em html, o que afeta diretamente o custo do projeto. Com o custo e benefício inferior, essa decisão precisa ter uma boa justificativa.
O uso do flash é pertinente em casos específicos, como produtos de publicidade, que exploram o apelo emocional, ou ainda, para aplicações didáticas como e-learning, entre outras. Os recursos interativos que o flash oferece se bem utilizados, podem enriquecer a experiência destes produtos.
Porém, ainda é recorrente o desenvolvimento de flash sites que poderiam ser totalmente em html e evitar que elementos fundamentais, como o nome da empresa, tenham a mesma prioridade semântica que o texto “fechar” em algum lugar do site. Uma perda considerável por conta de uma ou outra animação, que na prática não traz nenhum beneficio para o usuário. Para estes casos, estão cada vez mais à disposição frameworks e outros recursos que possibilitam a prática de elementos dinâmicos, fazendo uso apenas de javascript.
Mesmo que os processos de indexação do conteúdo em flash estejam sendo aprimorados, se não há um real motivo para o uso do flash, devemos optar por soluções em html ou pelo menos híbridas, separando conscientemente elementos que podem ser omitidos nas buscas.
Daniel Blumenthal
www.blumenthal.com.br
Foi aprovada por unanimidade hoje em Paris a proposta que cria um numero ilimitado de domínios top level, ou seja, sufixos como .com. Permitirá que empresas criem domínios com seus nomes - por exemplo, .ibm ou .coke. Também possibilitará a criação de domínios para cidades - como .nyc.
Uma boa notícia, tirada do blue bus
start on June 17, 2008. | Pledge Map
– updated 17/06/08 15h –
o processo foi difícil
Network Error (tcp_error)
A communication error occurred: “Operation timed out”
The Web Server may be down, too busy, or experiencing other problems preventing it from responding to requests. You may wish to try again at a later time. For assistance, contact your network support team.
de times padrão, mudou pra arial e agora ganhou um loading.
em tempo.

A imagem abaixo foi feita puramente por css+html.
Não acredita? Copie o código aqui e cole em um arquivo html para certificar ;D
Autoria: romancortes.com/blog/homer-css/
os adwords contribuíram bastante para estabelecer uma ordem na publicidade online e diminuíram o bombardeio de mega-banners animados… Anúncios normalmente já espantam as pessoas, mas os formatados em links, foram bem aceitos, apesar de algumas controvérsias de que alegavam que os anuncios em txt muito se assemelham ao conteúdo de um site e, dependendo do caso, vc poderia demorar um tempo pra distinguir links de anúncios…
Na prática quando o google controlava a exibição, sempre foram bastante diferenciados para separar o que é conteúdo do que é anúncio, mas a partir do momento que o negócio virou popular, qualquer um poderia personalizar e exibir onde quisesse, tb possibilitou q o uso fosse difamado e, assim, os que criticaram as semelhanças entre conteúdo e publicidade realmente estavam certos.
ja me deparei com sites q simplesmente não tinham conteúdo, apenas adwords. Outros em q o conteúdo eh oprimido pelos anúncios ao redor, no meio do texto e às vezes até se parecem com o menu do site, como no exemplo. Cada vez mais parece aumentar o “spam” de anúncios, eu como um navegante, logicamente, passei a me treinar para ignorá-los e já o faço com certa eficiência.
há alguns dias vi notícias de q a média de cliques nos adwords estavam em baixa, o que não me surpreendeu: todos estão aprendendo constantemente a fugir de spam’s… Há rumores de novos produtos para anúncios online a serem lançados em breve e q tem la suas peculiaridades, mas independente de como for, precisam solucionar como controlar o uso pra que a reputação não seja tão frágil.
Dia de mentira motiva um concurso no YouTube sobre depoimentos pessoais contando como foi o melhor ‘trote’ que já participou. Os 300 vídeos mais votados ganham, no dia 1º de abril, m&m’s durante todo o dia.
Apesar de discordar um bocado dessa fórmula de “o vídeo/foto/banner mais votado ganha…” me fez lembrar uma ação do Google em 2000, a Google Mental Plex lançada para ‘comemorar’ o “April fool’s day” que ainda vinha com uma chamada: “New! Search smarter and faster with Google’s MentalPlexTM”. Depois de tirar óculos e chapéus, bastava mentalizar a busca para obter os resultados.
Foram longe no ‘projeto, tem até um FAQ e um manual de instruções ilustrado de como utilizar a nova ferramenta :)
Um post interessante “Google is the new http://” diz que ao vermos os principais resultados de buscas feitas no google, encontramos no topo nomes familiares como ebay, amazon, facebook, etc. Estes termos são digitados por pessoas que não estão fazendo uma busca necessariamente, mas usando o Google como ‘campo de endereço’.
Uma prova disso é que ‘google’ está entre os 6 termos mais procurados, o que não faria o menor sentido: ‘buscar’ um site através dele mesmo. Ou seja, essas pessoas não estavam ‘procurando o site do google’ mas sim, navegando na internet, e para isso, partindo de onde estão mais acostumados.
Lembro que inicialmente fui deixando de digitar no campo “endereço” para cada vez mais utilizar o campo menor ao lado (firefox), do Google, mesmo sem a intenção de fazer uma “busca” efetivamente.
Esse comportamento é cada vez mais comum, de forma que atualmente os desenvolvedores já perceberam isso e ao digitar uma url ‘inexistente’ no campo endereço dá pra perceber (no canto inferior esquerdo) que o google entra na jogada durante o “localizando”.
Hoje já não costumo mais digitar os endereços completos para visitá-los, como por exemplo p/ acessar o site www.caixa.gov.br, digito no campo endereço apenas “caixa economica”, que já redireciona diretamente para primeiro endereço: “I’m Feeling Lucky”.
A questão é que utilizar o google como intermediário passa a ser muito mais prático, uma vez que não preciso ter certeza se o site da caixa é .gov .net .etc. e ainda serei corrigido se digitar alguma coisa errada com pressa.
Outra feature em que a caixinha de busca ganhava pontos sobre a de endereços era o auto-suggest, que na busca eram oferecidas sugestões da web enquanto na de endereços as sugestões se limitavam a endereços previamente visitados (isso c/ o histórico intacto). Essa funcionalidade percebi q já foi incluída no firefox 3 desde o beta (se isso já tem há tempos em outros navegadores não fui atrás).
Essa integração facilita muito e, no final das contas, economiza um tempo valioso.
Utilidade pública:
Nesta url [ http://globalpandora.com ] vc pode acessar o Pandora, que originalmente está bloqueado fora dos EUA.
Pode inclusive entrar com seus dados de acesso antigos, que mantém tudo armazenado! ;D
Há tempos eu já esperava um feature de tarefas no Gmail.
Na falta, utilizei algumas vezes um gerenciador de tarefas que é ótimo, o Remember the milk, mas por ter que visitar sempre o site, acabava não sendo muito prático.
Finalmente temos disponível uma extensão do Firefox que integra o Remember the milk ao Gmail por completo, inclusive no quesito interface, que mantém a identidade do Gmail.

Agora você cruza tarefas com os emails, tags, contatos e até Google calendar. Muito recomendável!
Pra enviar torpedos pelo site da vivo é preciso adivinhar que o “Digite as letras” significa na verdade “Digite os caracteres” (sem omitir numéricos).
Qdo a instrução já vem errada, quais as chances de ocorrer um erro?
SUX!
Algumas conclusões adquiridas em pesquisas de Eye-tracking podem ajudar a aprimorar o design de interfaces
Texto original: Scientific Web Design: 23 Actionable Lessons from Eye-Tracking Studies, de Christina Laun - Dica do Vitor Lourenço