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Entrevista: influência dos navegadores no desenvolvimento de interfaces

18/07/09

Entrevista concedida a revista webdesign para a reportagem de mesmo tema, que será publicada na edição de Ago/09.

Reportagem Navegadores, Ago/09 [PDF]



1 – Chrome 2.0, Opera Unite, Safari 4.0, IE 8.0, Firefox 3.0.11… Ao longo de um ano, os navegadores de internet vão sofrendo modificações diante das necessidades de melhoria impostas pelo seu uso diário. Pensando nisso, como você procura acompanhar essas mudanças para garantir a criação e o desenvolvimento adequados de seus projetos?

Com frequencia são atribuídas novas funcionalidades e características aos navegadores, algumas valem a pena se aprofundar mais, pois serão padrões em breve. É o caso do HTML5, suportado por alguns browsers recentes e está começando a ganhar espaço.

Por outro lado, para garantir a adequação dos projetos no dia a dia, penso que basta se ater aos padrões web e desenvolver um código consistente, o mais semântico possível, com foco nos navegadores que seguem essa linha.

2 – Como vimos acima, existe uma oferta variada de navegadores à disposição dos usuários, sendo que o IE e o Firefox parecem atrair a maior atenção do público. De que maneira os browsers podem influenciar no desenvolvimento do design de interfaces?

Diferentes browsers influenciam o desenvolvimento pois divergem na renderização de fontes, espaços e margens.
É preciso saber onde essas diferenças vão interferir no seu layout e já prever formas de contorná-las.

Conhecer o funcionamento dos browsers para estruturar um código bem feito também pode resultar em melhorias de performance do website.

3 – Nesta discussão, a aplicação do conceito de cross-browser se torna fundamental para garantir que um projeto seja suportado pelos diversos navegadores. Diante disso, o que você consideraria imprescindível na aplicação correta deste conceito na construção de um projeto digital?

Nem todo projeto deve ser totalmente cross-browser. Sempre que posso, idealizo projetos visando os principais navegadores que seguem os padrões web. Em navegadores antigos o site deve apenas funcionar bem, ou se possível, nem isso.

Ao ajustar o código para navegadores arcaicos (como o IE6), estamos investindo em postergar sua obsolência.
Como desenvolvedores, podemos induzir a atualização destes navegadores priorizando o código para os navegadores atuais (nivelar por cima).

4 – Ainda sobre esse assunto, quais são os erros mais comuns que dificultam a adequação de projetos web ao conceito de cross-browser?

A aplicação dos padrões web permite que os sites funcionem e sejam vistos corretamente em quase todos os navegadores. O IE, o browser com maior predominância no mercado, apresentou até agora grandes deficiências na implementação destes padrões, ampliando a divergência de renderização.

Algumas características às vezes precisam de ‘hacks’ ou programação extra para funcionarem corretamente, o que interfere diretamente no tempo e custo de desenvolvimento.

As divergências seriam minimizadas se a atualização dos navegadores fosse contínua, induzida pelo próprio software, como ocorre no firefox, por exemplo. As últimas versões dos navegadores mais populares já seguem os padrões web (inclusive o IE8).

5 – Quais ferramentas você utiliza para testar a eficácia de seus projetos nos diferentes navegadores disponíveis pelo mercado?

6 – Além das funções de navegação, os plugins agregados ao Firefox o tornaram em uma ferramenta muito utilizada por profissionais de internet. Você também utiliza o Firefox como ferramenta de trabalho? Caso sim, quais plugins você recomendaria para quem deseja trabalhar com o Firefox?

Acho indispensáveis o uso dos plugins Firebug + Colorzilla.
Com estes, na maioria dos ajustes de código não é necessário abrir mais nenhum outro programa além do navegador (e o editor com FTP, claro).

7 – Quais dicas de leitura você daria para o profissional que deseja se aprofundar neste assunto (cross-browser, navegadores, renderização etc.)?

dilema no uso da internet rica

1/10/08

O dilema no uso da internet rica

Normalmente o principal objetivo de um site é publicar um conteúdo que seja indexável e acessível, fatores que são prejudicados ao escolhermos uma solução full-flash.

Hoje ainda é recomendável publicar uma redundância do site em html, o que afeta diretamente o custo do projeto. Com o custo e benefício inferior, essa decisão precisa ter uma boa justificativa.

O uso do flash é pertinente em casos específicos, como produtos de publicidade, que exploram o apelo emocional, ou ainda, para aplicações didáticas como e-learning, entre outras. Os recursos interativos que o flash oferece se bem utilizados, podem enriquecer a experiência destes produtos.

Porém, ainda é recorrente o desenvolvimento de flash sites que poderiam ser totalmente em html e evitar que elementos fundamentais, como o nome da empresa, tenham a mesma prioridade semântica que o texto “fechar” em algum lugar do site. Uma perda considerável por conta de uma ou outra animação, que na prática não traz nenhum beneficio para o usuário. Para estes casos, estão cada vez mais à disposição frameworks e outros recursos que possibilitam a prática de elementos dinâmicos, fazendo uso apenas de javascript.

Mesmo que os processos de indexação do conteúdo em flash estejam sendo aprimorados, se não há um real motivo para o uso do flash, devemos optar por soluções em html ou pelo menos híbridas, separando conscientemente elementos que podem ser omitidos nas buscas.

Daniel Blumenthal
www.blumenthal.com.br


O artigo acima foi publicado na revista webdesign, out/08
Siga o link abaixo para versão em pdf da matéria completa:
http://www.revistawebdesign.com.br/downloads/58/2.pdf

Control+S while editing wordpress

23/09/08

falta um plugin pra isso ;P

Mojave, o apelido do Vista contra a discriminação

24/07/08

Funcionários da MS convocaram pessoas que ainda usam o XP e que tinham más impressões em relação ao Vista para serem apresentadas a um “novo” sistema operacional, o Mojave.

Mais de 90% deram feedback positivo em relação ao produto para depois descobrirem que o Mojave era na verdade o próprio Vista.

O resultado animou a empresa, que está trabalhando em estratégias para diminuir a rejeição ao produto e recuperar a imagem do Windows Vista.

A Microsoft acredita que os problemas do sistema operacional são principalmente de “percepção” e culpam campanhas anti-Vista da Apple pela situação. notícia do O globo Online

É sempre mais fácil culpar os outros, pq não tentar melhorar realmente o produto? Por experiência sei que o Vista é lento sim, em algumas tarefas simples como excluir um arquivo, leva tempo até chegar a janela de confirmação…

E já que é pra falar de Win e sua qualidade, lembrei de um Post em que o autor coloca a mesma situação abordada pelo OSX em comparação com o Vista em uma simples caixa de diálogo de quando tentamos copiar um arquivo que já existe para uma determinada pasta:

Caixa de diálogo com as opções de correção no Vista

Apresenta uma quantidade enorme de texto explicando detalhes, mas oq sempre achei péssimo no Vista é que as opções não são claramente “botões”.
Aqui só aprende onde clicar errando, já vi pessoas navegando pela primeira vez no Vista e nessas caixas de diálogo, sem botões, sempre era na base da “tentativa e erro”.

Mesma situação no OSX

Rapidamente identificamos que temos 2 opções. Os botões e os textos explicativos estão dispostos de forma clara e prática.

Finalizo com a mesma questão do autor, que se fossemos comparar as opções na prática a vs do OSX apresentaria um resultado muito mais otimizado para esta tarefa do que o Vista.

Seria algo mais produtivo de se preocupar do que apontar as campanhas da Apple como responsáveis da marginalização do Vista.

Firefox’s Download Day

14/06/08

start on June 17, 2008. | Pledge Map

– updated 17/06/08 15h –

o processo foi difícil

Network Error (tcp_error)
A communication error occurred: “Operation timed out”
The Web Server may be down, too busy, or experiencing other problems preventing it from responding to requests. You may wish to try again at a later time. For assistance, contact your network support team.

Big Buck Bunny

5/06/08

Css Homer

2/05/08

A imagem abaixo foi feita puramente por css+html.
Não acredita? Copie o código aqui e cole em um arquivo html para certificar ;D

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Autoria: romancortes.com/blog/homer-css/

busca nossa de cada dia, nos dai hoje…

30/01/08

Um post interessante “Google is the new http://” diz que ao vermos os principais resultados de buscas feitas no google, encontramos no topo nomes familiares como ebay, amazon, facebook, etc. Estes termos são digitados por pessoas que não estão fazendo uma busca necessariamente, mas usando o Google como ‘campo de endereço’.
Uma prova disso é que ‘google’ está entre os 6 termos mais procurados, o que não faria o menor sentido: ‘buscar’ um site através dele mesmo. Ou seja, essas pessoas não estavam ‘procurando o site do google’ mas sim, navegando na internet, e para isso, partindo de onde estão mais acostumados.

Lembro que inicialmente fui deixando de digitar no campo “endereço” para cada vez mais utilizar o campo menor ao lado (firefox), do Google, mesmo sem a intenção de fazer uma “busca” efetivamente.
Esse comportamento é cada vez mais comum, de forma que atualmente os desenvolvedores já perceberam isso e ao digitar uma url ‘inexistente’ no campo endereço dá pra perceber (no canto inferior esquerdo) que o google entra na jogada durante o “localizando”.

Hoje já não costumo mais digitar os endereços completos para visitá-los, como por exemplo p/ acessar o site www.caixa.gov.br, digito no campo endereço apenas “caixa economica”, que já redireciona diretamente para primeiro endereço: “I’m Feeling Lucky”.
A questão é que utilizar o google como intermediário passa a ser muito mais prático, uma vez que não preciso ter certeza se o site da caixa é .gov .net .etc. e ainda serei corrigido se digitar alguma coisa errada com pressa.

Outra feature em que a caixinha de busca ganhava pontos sobre a de endereços era o auto-suggest, que na busca eram oferecidas sugestões da web enquanto na de endereços as sugestões se limitavam a endereços previamente visitados (isso c/ o histórico intacto). Essa funcionalidade percebi q já foi incluída no firefox 3 desde o beta (se isso já tem há tempos em outros navegadores não fui atrás).

Essa integração facilita muito e, no final das contas, economiza um tempo valioso.

Tarefas no Gmail: Remember the milk!

14/01/08

Há tempos eu já esperava um feature de tarefas no Gmail.

Na falta, utilizei algumas vezes um gerenciador de tarefas que é ótimo, o Remember the milk, mas por ter que visitar sempre o site, acabava não sendo muito prático.

Finalmente temos disponível uma extensão do Firefox que integra o Remember the milk ao Gmail por completo, inclusive no quesito interface, que mantém a identidade do Gmail.

TArefas no Gmail

Agora você cruza tarefas com os emails, tags, contatos e até Google calendar. Muito recomendável!

OpenSocial

1/11/07

Após perder para Microsoft na participação com Facebook, Google retruca com uma pertinente proposta de agrupamento em código aberto de diversas redes sociais. [mais]

Google experimental search

13/10/07

Ontem, dia das crianças, conheci alguns brinquedinhos que o google está testando. Saõ 4 opções: visualização alternativa dos resultados da busca; atalhos de teclado; navegação na esquerda ou navegação contextual à direita.
Timeline View

A imagem acima se refere à visualização alternativa, que, ao fazer uma busca, vc tem opções de visualização dos resultados, como “info”, “timeline (img)”ou “mapas”. Estas opções extraem datas, lugares, medidas, etc. e facilitam pra ver rapidamente a informação em dimensões variadas.

Com relação ao experimento de atalhos do teclado, ainda senti falta de uma opção para “próxima página” nos resultados de imagens e dentre os experimentos direta/esquerda, eu optaria pelo da direita :)

Minefield: Firefox 3 beta

29/06/07

minefield Já está disponível para download um beta do Firefox3 (A instalação não conflita com o já instalado).
A maior mudança do Firefox 3.0 está no mecanismo de renderização, q promete maior agilidade. Visualmente não apresenta diferença (pelo menos até agora).

No beta o nome do programa é ‘Minefield’. A variação se estende também ao ícone do programa, o que costuma ser uma raposa em chamas, agora é o pavio de uma bomba. A forma esférica dada pelo desenho do planeta da versão anterior se mantém e adquire evidência.

O resultado é bem diferente dos boatos que vinham aparecendo na web, em que especulavam possíveis modificações do ícone:minefield

iphone, novidade?

22/06/07

Por aqui, o “Santo Graal” moderno. Por lá, já é até orelhão!
Iphone
Segundo a notícia, há um MacBook conectado a cada “orelhão”, rodando uma demo do aparelho.

Som Holofônico

15/06/07

clique para ampliarUma experiência sonora em 360°.
O método de gravação consiste em dois microfones fixados em um protótipo de uma cabeça. Pela distância e posição se mede os canais da orelha de um ser humano médio para capturar completamente toda a frequência de áudio que acontece em torno da cabeça humana. Mais sobre som holofônico.

Nota: O efeito desejado somente será possível com fones de ouvido estéreo.

Sessão no cabelereiro: 6mb (aguarde carregamento total)

A agência click lançou um projeto bem interativo, utilizando essa tecnologia. Vale a pena conhecer.

Ubuntu

14/06/07

Na crença pelo software livre, um amigo me passou enfaticamente uma cópia do sistema operacional “ubuntu“.
Segundo a comunidade, Ubuntu é um projeto guiado por comunidade para criar um sistema operacional e um pacote completo de aplicativos usando software livre e código aberto.

Marca

“A coisa mais importante sobre o Ubuntu não é que ele é disponível gratuitamente, mas que a ele confere direitos de liberdade de software nas pessoas que instalam e o usam. São essas liberdades que permitem que a comunidade do Ubuntu cresça, compartilhando sua experiência coletiva e expertise para melhorar o Ubuntu e fazê-lo próprio para uso em novos países e novas indústrias. (…)

Software livre tem sido um movimento social coerente por mais de duas décadas. Esse movimento produziu milhões de linhas de código, documentação, e uma comunidade vibrante da qual o Ubuntu tem orgulho de fazer parte. (…) O código aberto continua a aproveitar o crescente sucesso e o amplo reconhecimento.”

Cada vez mais confiamos na era do software livre e já utilizamos com segurança diversos aplicativos gratuitos. Talvez essa seja uma oportunidade para rodar um “genuíno sistema operacional”. Afinal, dessa forma apareceu o Google na internet.

Em breve novos comentários a respeito.

Novela Sete Pecados no Second Life

14/06/07

Novela Sete Pecados estréia antes no Second Life

Walcyr Carrasco, autor da nova novela das 7 na globo (Sete Pecados), concedeu ontem a primeira coletiva virtual da história das novelas ao público do Second Life.

Como de tradição, a cada novela é feito um coquetel de comemoração do lançamento, nesta edição essa festa se estenderá também no Second Life e qualquer avatar poderá participar.

Este é mais um exemplo de eventos da vida real invadindo a cultura virtual, que têm tido desde eventos ao vivo à oportunidades de negócios.

Seminário “O ambiente de negócios no Second Life.” no dia 20 de Junho, em São Paulo será realizado pela revista de tecnologia INFO, do Grupo Abril. Detalhes aqui.

Google do Brasil

14/06/07

Escritório da Google em São Paulo.